PETAR – day 3

Contrapondo ao ocorrido no dia anterior, ou seja, o problema todo com o agendamento das visitas às cavernas, decidimos sair mais cedo da pousada rumo ao nosso roteiro do dia. Nada que fosse assim, digamos, tão radical… chegamos ao local do agendamento cerca de 50 minutos antes do horário que chegamos no dia anterior, mas foi o suficiente para nos dar o primeiro horário de visitação à Cachoeira do Ouro Grosso, e com isso, preencher o restante do dia com outras atrações.

Essa caverna é outra da categoria “Cavernas Aquáticas”, já que o seu trajeto é feito sobre o leito de um rio e chegando até uma pequena queda d´água, assim como foi na Água Suja. O fato é que a semelhança entre as duas fica apenas nesse fato, já que para atingir o destino final dessa caverna, tivemos que passar por alguns pontos “minúsculos”, o que já muda a dinâmica da visitação. Além disso, as próprias formações dessa cachoeira também são diferentes das anteriores, exigindo também atenção especial durante a observação da mesma.

Ahhh, e vale citar também que a d´água aqui tinha uma formação distinta, já que adentrávamos num pequeno poço antes de atingir a queda propriamente dita.

Descrições geológicas à parte, o ponto é que foi outra surpresa gratificante e revigorate banhar-nos nas águas da cachoeira da Caverna Ouro Grosso.

Após a visitação a essa caverna-cachoeira, fomos para a Caverna Alambari. Outra experiência incrível e completamente distinta das cavernas anteriores – aliás, como vocês podem perceber, cada caverna é diferente da outra nesse roteiro e isso fez dessa visitação ao PETAR um passeio especial.

A Caverna Alambari é uma caverna de dimensões imensas. A sua entrada é grande e o salão “principal” é enorme. Aqui caminhamos até atingir o leito do rio que corta essa caverna, o qual também possui suas pecualiaridades, destacando, o seu silêncio. Isso mesmo, um rio que segue seu curso, porém diferentemente dos demais rios que encontramos nas cavernas anteriores, esse é silencioso, não demonstrando sua “presença” no local.

Após esse contato com o rio, fomos para um “teste de superação” ao passarmos por um minúsculo buraco entre as pedras, apenas para ter a sensação do que é explorar uma caverna de verdade.

E, como se tudo isso não fosse o suficiente para diferenciar essa caverna das demais, aqui encontramos um morcego tirando seu “soninho diurno”.

O último dia não teve fotos, mas teve aventura. Descemos um trecho do rio Betarí de bóia-cross. Um passeio desafiador e relaxante ao mesmo tempo, em meio aquela vista da natureza, a qual infelizmente só está disponível em fotos.

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Different from what happened to us in the day before, I mean, the situation with the cave visit schedule, we decided to leave the hostel to our 3rd day tour earlier. It was not that early in fact, but we arrived 50 minutes earlier and it was enough to be the first group to visit Cave Ouro Grosso (Thick Gold), and it allowed us to enjoy other attractions the rest of the day.

This cave is another of “Water Caves” category, as the trail was through the river inside it, reaching a another small waterfall, as it was in Cave of Àgua Suja. And this is the only similarity between these caves, as to reach the waterfall in Cave of Ouro Grosso we had to go through some “tiny” wholes, and it changes the dynamic of the trail.

Besides, the formations of this cave are different from the others, demanding us attention during our visit.

Ahhh…and it´s also worth mentioning that the waterfall here was a little bit different, because there was a small well before reaching it.

Apart from geological descriptions, the main point is that this cave was another great surprise.

After visiting it, we went to Cave Alambari. Another amazing experience and completely different from the previous ones – by the way, as you can see, each cave in PETAR is singular and it makes this visit a special tour.

Cave Alambari is a huge cave. Its entrance is big as well as its main “hall”. Here we walked until reach the river bed, which is also peculiar, mainly due to its silence. That´s it, a river flows, however apart from the other rivers we visited inside other caves, this one is quiet indeed.

After this river moment, we went through an “overcome test” as we had to go through a tine whole in order to have the sensation on how to really explore a cave.

And, as to emphasise its uniqueness, here we found a small bat taking a “day nap”.

The last day there was no pictures at all, but we did have the adventure. We went down the river Betarí by rafting on a buoy, a challenge and relaxing tour at the same time and a way to admire the nature in another perspective, unfortunately not available on pictures.

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