Puno/Peru – a cidade / the city

Na manhã seguinte, e manhã mesmo (6:30 h) la fui eu para o aeroporto Jorge Chavez em Lima (nada a ver com Hugo Chavez ok. Jorge Chavez foi o pioneiro da aviação Peruana). O voo era para Juliaca (1h e meia) e de lá rumo a Puno numa viagem de 1 hora de ônibus.

O voo foi tranquilo, mas a chegada a Juliaca impressiona, pois parece um vilarejo abandonado, o mesmo vale para alguns outros vilarejos da região, mas o que realmente impressiona é o visual no trajeto, principalmente para nós Brasileiros não acostumados com montanhas.

A chegada a Puno também é incrível, pois a cidade está localizada na parte baixa das montanhas, ao lado do lago Titicaca (originalmente Titikaka) e nos morros, as casas.

Fiquei hospedado no hotel Qelqatani, o qual recomendo.

E já aproveitando, vale mencionar… sim, os efeitos da altitude requerem cuidados.

Nesse primeiro dia em Puno caminhei pela cidade como que para fazer um reconhecimento. Nada preocupante, até porque estamos falando de uma cidade muito pequena com 160.000 habitantes.

Um pequeno passeio pela Plaza de Armas e depois um delicioso jantar no restaurante Mojsa, cujo menu foi Trucha Mojsa (truta grelhada banhada em um molho a base de mel e mostarda acompanhando de arroz vegetariano)… simplesmente dos deuses.

Puno está localizado a 3.860 metros de altitude acima do nível médio do mar e, também por isso, é escolhida como ponto de parada para aclimatação com a altitude (aliás a dor de cabeça foi forte no primeiro, mas depois tudo correu bem).

Nessa época é o verão e período das chuvas, as quais, por sorte decidiram me acompanhar por pouquíssimo tempo, mas as temperaturas são muito diferentes do que se considera “verão”.

Durante o dia, com sol a sensação era boa, porém na sombra o frio ja se fazia presente. À noite, entretanto há que se proteger bem das baixas temperaturas (eu peguei 3º graus).

Vale a pena conhecer um pouco da história de Puno e da mística Inca da cidade, que é considerada a “Capital Folclórica do Peru”. Acesse Puno.com.

Dicas:

  • use protetor solar. A sensação de frio pode esconder a intensidade do sol na região.
  • além do restaurante Mojsa, visite também La Choza de Oscar, local para boa comida e música e dança ao vivo.
  • chá de coca ajuda muito quanto aos efeitos da altitude.
  • se precisar comprar algo em supermercado há um próximo à estação de trem, bem ao estilo dos hipermercados que conhecemos.
  • experimente os diversos cereais da região: quinua, kiwicha, kañiwa.
  • experimente carne de alpaca…é muito boa e saudável.

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In the next morning, and I really mean it (6:30 am) there I went to Jorge Chavez airport in Lima (do not make a confusion with Hugo  Chavez ok. Jorge Chavez was the pioneer in Peruvian Aviation). The flight to Juliaca was about 1:30 hour and from there to Puno in one hour bus trip.

The flight was nice but arriving in Juliaca is impressive, as it seems to be an abandoned village and the same first impressions is applied to other villages along the way to Puno. But what really impresses is the view of the region, mainly for us, Brazilian not used to seeing mountains.

The arrival in Puno is also amazing as the city is located down the hill, beside Titicaca (originally Titikaka) lake and the houses located on the hill.

I stayed at Qelqatani hotel, which I do recommend.

And it´s worth mentioning that the altitude effects require special attention.

In the first day in Puno I went for a stroll in order to better know the location. Nothing to be worried about in fact as Puno is a small town with 160,000 inhabitants.

During this stroll I reached Plaza de Armas and after that there I went to Mojsa restaurant where I ate Trucha Mojsa (grilled trout bathed in a sauce of honey and mustard accompanying rice with vegetables)… simply divine.

Puno is located at 3,860 metres above the sea level and, because of that it was chosen to be the place to acclimatise with the altitude (by the way I got a strong headache in the first day, but after that nothing else related to the altitude).

This is summer and rainy season, and fortunately the rain followed me rarely, but the temperature is very different from what we can consider “summer”.

During the day the sun is nice, however under the shadows some cold can be felt. But at night it is necessary to be well prepared for the cold weather (I got 3ºC degrees).

It´s also worth knowing a little about the history of Puno and its Inca mystical side of this town considered the “Folkloric Capital of Peru”. Access Puno.com.

Hints:

  • use sunblock. The cold sensation can give a false perception about the sun intensity.
  • besides Mojsa restaurant, you also have to visit La Choza de Oscar, a nice place for food and for live typical show.
  • coca tea helps a lot to deal with the altitude effects.
  • if you need to buy something in a supermarket you will find a nice one near the train station
  • try the region cereals such as: quinua, kiwicha, kañiwa
  • try alpaca meat…. it´s delicious and healthy.

no caminho de Juliaca para Puno / on the way from Juliaca to Puno

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chegando em Puno / arriving in Puno

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a catedral de Puno por fora… / Puno Cathedral outside…

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…por dentro / …inside…

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…e a noite / … and at night

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